“Menos Eu, Mais Nós”: O Resgate da Identidade Coletiva
A estreia de Maria Grazia Chiuri no Outono/Inverno 2026 celebra sua volta à maison onde iniciou sua trajetória em 1989. Com o manifesto “Menos Eu, Mais Nós”, a estilista propõe uma direção criativa baseada na colaboração e na continuidade, reafirmando o espírito romano da Fendi em uma narrativa de união.


O Equilíbrio entre a Rigidez da Alfaiataria e a Delicadeza da Renda
A estrutura da coleção é ditada por uma alfaiataria impecável, com blazers de ombros definidos e silhuetas retas. Esse rigor inicial é suavizado por contrastes sensoriais: transparências, rendas geométricas e veludos transformam a lingerie em protagonista, trazendo uma feminilidade moderna para a passarela de Milão.


Materialidade e Luxo: A Herança Térmica da Fendi
Fiel ao DNA da casa, Chiuri explora o trabalho magistral com couro, pele e shearling. Sobretudos imponentes e bolsas de construção firme em tons de preto, bege e caramelo sustentam a estética urbana da coleção, reforçando que o luxo da Fendi reside na precisão das proporções e na qualidade da matéria-prima.


Uma Nova Fase Pautada pela Estrutura e Permanência
Mais do que uma mudança de estilo, esta nova etapa organiza os elementos fundamentais da marca. Além disso, o foco em materialidade e proporção permite que Chiuri projete o futuro da Fendi com base na solidez e no respeito à sua história.



